domingo, 14 de outubro de 2012

           O medo nos faz ser cautelosos não quer dizer que somos medrosos
Têm-se medo de errar é porque preferimos sempre acertar
Se por medo perdemos a chance de viver, é sinal que o medo te dominou e sem perceber você deixou
Também tive medo de errar, mas não me deixei manipular
Vivi intensamente, tudo que a vida colocou na minha frente
Tive medo de não aguentar, quando vi você de mim se afastar
Mas a vida sem demora me proporcionou naquela hora o discernimento para entender que a razão deve prevalecer
O medo embora exista, nunca deixa que interfira em suas conquistas
Não deixe o medo prevalecer, pois fará você perder a chance de plenamente viver
Estou te dando uma dica, não veja isto como uma critica
Pratique ser sempre otimista, nesta vida tão realista


ESTA É UMA DAS 32 POESIAS DESENHADAS QUE IRA COMPOR MEU PRÓXIMO LIVRO QUE SE CHAMARA "A VIDA, OS DESENHOS E AS POESIAS EM UM ENCONTRO COM HARMONIA"
Espero que os leitores e prestigie este trabalho que uniu o talento de dois ilustradores sendo eles Janaina  Fernanda da Silva e Leone Fernando do Nascimento

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

link para acessar e adquirir minha autobiografia

Resumo

Trata-se da história baseada em fatos reais, da vida da primeira Policial Militar Feminina do Estado de São Paulo a ficar recolhida no presídio Militar Romão Gomes, após 56 anos de sua inauguração, onde permaneceu em cárcere por dois anos, dez meses e dez dias.
Todos os momentos, desde a chegada até a hora da saída, foram relatados com muito pesar por se tratarem de fatos reais, dolorosos e emocionantes, os quais tiveram que ser relembrados, embora a vontade de esquecê-los fosse enorme: foram desilusões no amor e na vida, vitórias e derrotas vividas nesta trajetória.
Deixa o aprendizado de que a linha que nos separa do que é certo para o que é errado, “do lado do bem para o lado do mal” é tão pequena que em uma fração de segundos tudo muda. Numa ação impensada você pode estar do outro lado. Num momento está no patrulhamento, com a finalidade de preservar a ordem na sociedade e em outro passa a ser alvo deste mesmo patrulhamento, o qual está em busca da solução diante da ultrapassagem desta barreira, depois de ter promovido a perturbação da mesma ordem que até então era defendida acima de tudo.
Fica também a conclusão de que ninguém é dono de ninguém, apenas dividimos, compartilhamos, somos cúmplices e, quando esta cumplicidade sucumbe, está na hora de recomeçar, pois, por mais que doa, quando tudo se acaba é preciso saber sempre que vamos sobreviver e que nossas vidas sempre são escolhas e cada uma delas determina o rumo que ela deverá seguir. Saiba fazer as suas, pois enquanto há vida, sempre há tempo para um recomeço.

http://www.clubedeautores.com.br/book/135187--Desilusoes_de_uma_vida